Postagem nova toda Quarta-feira!

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Aprendendo a Não Apertar Tudo

Fala galera, nesta Quarta-Feira vou contar um história para vocês, da minha época de criança extremamente "criativa". O ano era 2008 e estava estudando em uma escola japonesa.

Nessa escola onde eu estudava era tudo novo para mim, estava localizada em Shiga-ken, como eu tinha poucos amigos de minha nacionalidade, definitivamente quase nenhum compatriota, acabou que encontrei alguns Hue's BR (Brasileiros), que passaram a ser meus colegas.


Algum tempo depois já enturmado, começamos a nos divertir aprontando traquinagens pela escola, em um determinado dia, resolvemos retirar todos os lacres de segurança dos extintores de incêndio, e não contentes com tal feito totalmente irresponsável, meu amigo acaba soltando a pérola:


“Que tal além de retirar os lacres de trava, apertarmos também? ”

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Relembrando a 15ª Feira do Livro

Resumo sobre a 15ª Feira do Livro de Sertãozinho

Em época próxima à feira do livro, acho importante relembrar como foi ha do ano passado (2017). Então segue o texto abaixo que fiz naquele mesmo ano.

Introdução: Minha situação referente aos livros e as personas que os envolvem sempre foi negativa, nunca gostei de praticar a atividade da leitura (sei que me custou caro kkkkk), mesmo sabendo que é de extrema importância para o intelecto e para formar uma pessoa culta, ler nunca foi meu modus operandi, ou seja, sem entusiasmo para frequentar vertentes de Feiras do Livro, porém, depois de um convite caloroso do professor, resolvi quebrar esse meu dogma e experimentar um pouco do ambiente da feira.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Caneta Azul, Vermelha e Preta.


Apólogo
Caneta Azul, Vermelha e Preta.
Três canetas esferográficas brigavam em uma discussão sem fim sobre qual seria a melhor caneta, uma alegava ser melhor que a outra, sempre vivendo sobre conflitos. Já cansadas de brigar, resolveram apaziguar a situação, apesar de serem semelhantes cada caneta pensava de um jeito diferente e tinham suas particularidades.
A caneta Azul sempre sendo empunhada por alguém para escrever textos longos, fazia inveja nas demais canetas por não serem tão utilizadas e jurava ser a melhor caneta pela tal tarefa, às vezes aparecia em um rabisco de desenho criado por um artista, ou em uma lista de compras, era bem visível a sua versatilidade, pois se encontrava em diversos locais.
Por outro lado à caneta Preta humildemente aparecia, quando alguém esquecia a caneta Azul, era ela quem brilhava, a mais sábia das canetas tinha uma peculiaridade, por estar a mais tempo no estojo ela sabia o potencial de cada uma.